O elevado déficit fiscal do Governo Central (até nov./20)

Por RBCalazans
em 2020/12/30
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Em 2020, as fortes elevações do déficit primário (R$ 700 bilhões até novembro) e da dívida bruta — estimada em 91% do PIB — expõem o enorme quadro de dificuldades fiscais enfrentado pelo setor público brasileiro, em especial o Governo Central. A pandemia da Covid-19 freou a recuperação da economia brasileira que vinha acontecendo ao final de 2019. A situação financeira dos estados e municípios foi atenuada, pois esses receberam R$ 78,2 bilhões de apoio financeiro, sem contar as transferências adicionais realizadas ao Sistema de Saúde em virtude da pandemia e a suspensão do pagamento do serviço das dívidas refinanciadas com a União. No caso gaúcho, até o parcelamento salarial foi revisto graças ao apoio de recursos federais.

Houve a elevação das necessidades de financiamento do Governo Central para viabilizar os gastos com a pandemia, sendo estes financiados mediante a expansão das emissões líquidas da dívida mobiliária do Tesouro Nacional, pressionando, ainda, a utilização crescente das operações compromissadas e o encurtamento dos prazos dos títulos públicos em mercado ao longo de 2020.

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