O risco de o PT voltar a governar Porto Alegre

Por RBCalazans
em 2020/11/05
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A candidata à Prefeitura de Porto Alegre, Manuela D’Ávila, representa uma imagem na política gaúcha que, certamente, não abandonaria seus hábitos sociais para residir na Venezuela, em Cuba ou na Coreia do Norte, apesar da defesa intransigente desses regimes totalitários. Em caso de vitória  eleitoral e dada sua reconhecida falta de experiência administrativa, quem assumiria a gestão de governo, até ela aprender os meandros da administração pública, seria o Vice-Prefeito Miguel Rossetto, membro de uma das alas mais radicais do PT nacional. Talvez, por este motivo, o PT tenha adotado a estratégia de se esconder por detrás da candidata,  que parece ter largado a foice e o martelo.

Para aqueles que não estão bem lembrados, essa corrente foi responsável pela intervenção no transporte municipal de Porto Alegre, pelo expurgo da montadora Ford do Rio Grande do Sul e sua ida para Bahia, em 1999, assim como por conhecidas práticas contábeis contra o Orçamento Público, seja estadual, seja federal, além de terem influenciado e apoiado a desastrosa política econômica do governo Dilma, responsável direta pela maior recessão da história da República e pela elevação da dívida bruta brasileira.

Veja o arquivo completo aqui.

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